Massa
. 100 g biscoitos maizena
. 50 g manteiga ou margarina
. 60 g chocolate em pó
Recheio
. 5 g de gelatina em pó sem sabor
. 60 g de chocolate em pó
. 125 g de doce de leite
. 300 ml de creme de leite
. 13 g de avelãs ou 13 avelãs sem casca
. 250 ml de água quente
Técnica
. triturar os biscoitos
. passar os biscoitos triturados na peneira
. misturar os biscoitos peneirados com a manteiga e o chocolate (massa)
. arrumar a massa na forma, forrando todo o fundo
. triturar as avelãs
. dissolver a gelatina em água quente
. misturar o chocolate, o doce de leite, o creme de leite, as avelãs trituradas e a gelatina dissolvida
. despejar a mistura sobre a massa de biscoitos
. congelador (+ ou - ½ hora)
*Sugestão
. desenformar a torta
. decorar com frutas vermelhas frescas (morangos ou cerejas)
sábado, 17 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Bobó de camarão
Ingredientes:
1 kg de camarões graúdos sem cabeça e sem cauda
1 kg de mandioca cozida em água e sal com rodelas de cebola e 01 folha de louro
1 prato de cebola, pimentão e tomate (sem peles e sem sementes) picados
1 colher (sopa) de suco de limão
sal a gosto
1 dente de alho amassado
1 colher (sopa) de molho de pimenta de sua preferência
1 colher (café) de páprica doce
1 vidro de 500 ml de leite de coco
cheiro verde picado
½ lata de molho de tomate pronto ou 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
2 colheres (sopa) de azeite de dendê
azeite de oliva a gosto
1 ½ copo de água
1 colher (café) de açúcar
1 colher (sopa) de molho shoyu
Modo de fazer:
1) Tempere os camarões já limpos com o suco de limão, o sal, o alho amassado, a páprica e o molho de pimenta. Deixe marinar por uns 10 minutos. Numa panela alta, aqueça o azeite de oliva, junte a cebola, o pimentão e o tomate picados e deixe refogar, mexendo com uma colher de pau até que o tomate amoleça. Coloque os camarões (desprezar o caldo do tempero) e refogue-os durante uns 5 minutos. Em seguida, acrescente o molho de tomate, misturando bem. Junte o cheiro verde picado, o molho shoyu, o açúcar e a água, mexa e deixe cozinhando por 15 minutos, em fogo brando, com a panela tampada.
2) No liquidificador, bata o leite de coco e a mandioca já cozida (retirar a folha de louro). Despeje essa mistura na panela dos camarões, mexendo até ficar uniforme. Corrija o sal. Acrescente o azeite de dendê, misturando tudo muito bem durante alguns minutos. Servir com arroz branco.
Nota: lembrando que o bobó de camarão é um dos deliciosos pratos da culinária baiana, essa cozinha que, ao contrário do que muita gente imagina, é extremamente leve, toda feita à base de frutos do mar. O azeite de dendê? É muito digestivo, apesar de sua aparência que pode assustar os desprevenidos. Não fosse assim, e o povo baiano viveria tendo indigestão...
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Tudo o que você sempre quis saber sobre como fazer um arroz branco soltinho mas tinha medo de perguntar
Algumas pessoas, quando vão executar aquela receita maravilhosa de risoto, ou cozinhar um arroz para acompanhar um prato elaborado, ou mesmo no dia-a-dia – o famoso “trivial variado” brasileiro, cuja base genial é sempre o “arroz-com-feijão+alguma coisa”*, que lamentavelmente, segundo pesquisas recentes, vem sendo substituído por odiosos fast-foods americanizados – bem, algumas pessoas optam por se valer do arroz parboilizado (aaargghh!), não exatamente por apreciarem esse tipo de arroz, mas por temerem que, na “hora agá”, o arroz não saia tão soltinho como esperado. Bobagem.
Para que seu arroz “dê certo”, não é necessário desfiar um rosário ao pé da panela, nem apelar para os orixás, muito menos fazer como Bentinho – é, aquele que virou Dom Casmurro –, prometendo cem padre-nossos e ave-marias, que, claro, nunca serão pagos. E também não precisa apelar para o último dos últimos recursos: o (aaargghh!) arroz parboilizado! É simples. Um arroz branco e s o l t i n h o requer pouca gordura; necessita ser refogado em óleo (ou azeite) e tempero de sua preferência durante uns cinco minutos em fogo alto e não precisa, ou melhor, NÃO PODE ser lavado: deve ser despejado diretamente no óleo com tempero pré-aquecido, e misturado com colher-de-pau, de preferência. Depois disso, coloque água FRIA (nunca use água fervente) suficiente para cobri-lo até uns três dedos (aproximadamente, não é necessário colocar a mão dentro da panela) acima do nível do arroz. Tampe a panela, deixando-a porém entreaberta e espere a água secar.
Verifique o fundo da panela: isto é (e isto é muito importante), quando a água da superfície secar, enfie uma colher (agora, de metal) dentro da panela do arroz, até atingir o fundo e veja se há água por lá. Se estiver tudo seco, prove o grão. Caso ainda esteja bastante duro, coloque mais ou menos meia xícara de água, tampe a panela e repita o procedimento até que o grão amoleça. Se estiver ao dente, e você prefira desse jeito, pode desligar o fogo e deixar a panela sobre o fogão mais alguns instantes. Simples assim.
Mas se, por qualquer motivo, você se afastou da preciosa panela de grãos branquinhos e ela ameaçou queimar, não se desespere. Antes de cortar os pulsos, tente a seguinte simpatia: retire da panela uma colher cheia do arroz e coloque os grãos sobre a pia da cozinha. Em seguida, coloque sobre eles a própria panela cheia de arroz. Pronto. A sua iguaria estará salva! (Sabe-se lá por quais reações químicas ou paranormais, sempre dá certo.)
* O arroz, alimento rico em nutrientes, pode ser cozido junto com praticamente tudo que é comestível, desde frutos do mar (risoto de camarão, arroz com mexilhão, arroz com polvo, com lula, etc.), passando por feijão de corda ou feijão verde (o famoso baião-de-dois nordestino), até pequi, outro prato da culinária do Nordeste, bastante apreciado também em alguns pontos do sertão de Minas e Goiás.
Para que seu arroz “dê certo”, não é necessário desfiar um rosário ao pé da panela, nem apelar para os orixás, muito menos fazer como Bentinho – é, aquele que virou Dom Casmurro –, prometendo cem padre-nossos e ave-marias, que, claro, nunca serão pagos. E também não precisa apelar para o último dos últimos recursos: o (aaargghh!) arroz parboilizado! É simples. Um arroz branco e s o l t i n h o requer pouca gordura; necessita ser refogado em óleo (ou azeite) e tempero de sua preferência durante uns cinco minutos em fogo alto e não precisa, ou melhor, NÃO PODE ser lavado: deve ser despejado diretamente no óleo com tempero pré-aquecido, e misturado com colher-de-pau, de preferência. Depois disso, coloque água FRIA (nunca use água fervente) suficiente para cobri-lo até uns três dedos (aproximadamente, não é necessário colocar a mão dentro da panela) acima do nível do arroz. Tampe a panela, deixando-a porém entreaberta e espere a água secar.
Verifique o fundo da panela: isto é (e isto é muito importante), quando a água da superfície secar, enfie uma colher (agora, de metal) dentro da panela do arroz, até atingir o fundo e veja se há água por lá. Se estiver tudo seco, prove o grão. Caso ainda esteja bastante duro, coloque mais ou menos meia xícara de água, tampe a panela e repita o procedimento até que o grão amoleça. Se estiver ao dente, e você prefira desse jeito, pode desligar o fogo e deixar a panela sobre o fogão mais alguns instantes. Simples assim.
Mas se, por qualquer motivo, você se afastou da preciosa panela de grãos branquinhos e ela ameaçou queimar, não se desespere. Antes de cortar os pulsos, tente a seguinte simpatia: retire da panela uma colher cheia do arroz e coloque os grãos sobre a pia da cozinha. Em seguida, coloque sobre eles a própria panela cheia de arroz. Pronto. A sua iguaria estará salva! (Sabe-se lá por quais reações químicas ou paranormais, sempre dá certo.)
* O arroz, alimento rico em nutrientes, pode ser cozido junto com praticamente tudo que é comestível, desde frutos do mar (risoto de camarão, arroz com mexilhão, arroz com polvo, com lula, etc.), passando por feijão de corda ou feijão verde (o famoso baião-de-dois nordestino), até pequi, outro prato da culinária do Nordeste, bastante apreciado também em alguns pontos do sertão de Minas e Goiás.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Um bolo e suas Variações
O Bolo 1,2,3,4 (receita aqui: http://blogdereceitasdabel.blogspot.com/2008/01/bolo-1234.html) possui também quatro variações, todas saborosas:
Variação 1: substituir o leite por suco de laranja (puro e natural). Ele virará um "Bolo de laranja 1,2,3,4".
Variação 2: despejar metade da massa na forma já untada. Por cima dela, distribuir ½ copo de leite misturado com 2 colheres (de sopa) de achocolatado e misturar levemente à massa, usando um garfo. Despejar o restante da massa na forma e levar ao forno. É o "Bolo Mármore 1,2,3,4".
Variação 3: antes de colocar a massa na forma, misturar a ela 100 g de chocolate granulado, para fazer o "Bolo formigueiro 1,2,3,4".
Variação 4: se quiser um "Bolo de coco 1,2,3,4", basta substituir o leite de vaca por leite de coco e acrescentar 1 colher (de sopa) de coco ralado.
Variação 1: substituir o leite por suco de laranja (puro e natural). Ele virará um "Bolo de laranja 1,2,3,4".
Variação 2: despejar metade da massa na forma já untada. Por cima dela, distribuir ½ copo de leite misturado com 2 colheres (de sopa) de achocolatado e misturar levemente à massa, usando um garfo. Despejar o restante da massa na forma e levar ao forno. É o "Bolo Mármore 1,2,3,4".
Variação 3: antes de colocar a massa na forma, misturar a ela 100 g de chocolate granulado, para fazer o "Bolo formigueiro 1,2,3,4".
Variação 4: se quiser um "Bolo de coco 1,2,3,4", basta substituir o leite de vaca por leite de coco e acrescentar 1 colher (de sopa) de coco ralado.
Variação 5: acrescentar 1 xícara de nozes trituradas na massa e decorar com nozes inteiras.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Lei Seca nas receitas deste blog
ATENÇÃO meus eventuais leitores deste infinito cyber espaço: o objetivo deste blog de receitas, como mencionei já no primeiro post (http://blogdereceitasdabel.blogspot.com/search?updated-max=2008-01-17T14%3A03%3A00-08%3A00&max-results=7), é disponibilizar e compartilhar com mais pessoas receitinhas caseiras, saborosas e de fácil execução ($), que aprendi a fazer em minhas aventuras na cozinha. São, portanto, pratos que faço para minha família, meus filhos em especial, e por isso não coloco nunca, nas receitas disponibizadas, nenhum tipo de bebida alcoólica. Pois sabemos (li numa revista médica, em algum lugar do espaço real) que a dependência do álcool começa – ou é reforçada – até mesmo com um inocente bombom de licor, uma saborosa mousse domingueira de chocolate meio-amargo, um estrogonofrinho de nada, e pronto! Estragam-se e amargam-se as boas intenções. Quem tiver acima de 18 aninhos e quiser beber realmente, não faltam butecos por aí, “pés sujos” ou “pés limpos”.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Sanduíche do Popeye
1 saco de pão-de-forma sem cascas
1 maço de espinafre
1 prato de queijo minas fatiado
½ cebola branca picada
azeite e tempero de alho e sal a gosto
2 ovos
uma pitada de sal
maionese
manteiga ou margarina para untar
Em uma frigideira, refogue a cebola picada com o azeite e o tempero de alho e sal de sua preferência. Quando a cebola dourar, coloque o espinafre, lavado e picado em tiras finas. Deixe no fogo por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando (ele estará pronto quando a água que se forma secar). Unte um pirex de tamanho regular com manteiga ou margarina. Bata as claras dos ovos em neve firme, acrescentando as gemas e uma pitada de sal, e batendo até ficar uniforme. Despeje a metade dos ovos batidos dentro do pirex, espalhando até que todo o fundo do pirex esteja coberto pela espuma amarela. Em seguida, coloque fatias de pão-de-forma untadas com maionese, de modo a cobrir todo o fundo do pirex (a face do pão que foi untada com a maionese deve ficar voltada para cima). Coloque, sobre cada fatia de pão, o espinafre refogado, e sobre este, o queijo minas em fatias. Feche tudo com uma camada de pão-de-forma untada com maionese (desta vez, a face untada deve ficar voltada para baixo). Por fim, despeje sobre a camada de pão o restante dos ovos batidos, espalhando bem. Leve ao forno até os ovos batidos ficarem dourados. Servir quente.
Obs.: 1) esta receita é proibida para quem tem colestorol alto, mas há uma versão light dela: é só eliminar as gemas dos ovos, reduzir o sal e usar maionese e margarina light!
2) se preferir, pode substituir o queijo minas por ricota.
1 maço de espinafre
1 prato de queijo minas fatiado
½ cebola branca picada
azeite e tempero de alho e sal a gosto
2 ovos
uma pitada de sal
maionese
manteiga ou margarina para untar
Em uma frigideira, refogue a cebola picada com o azeite e o tempero de alho e sal de sua preferência. Quando a cebola dourar, coloque o espinafre, lavado e picado em tiras finas. Deixe no fogo por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando (ele estará pronto quando a água que se forma secar). Unte um pirex de tamanho regular com manteiga ou margarina. Bata as claras dos ovos em neve firme, acrescentando as gemas e uma pitada de sal, e batendo até ficar uniforme. Despeje a metade dos ovos batidos dentro do pirex, espalhando até que todo o fundo do pirex esteja coberto pela espuma amarela. Em seguida, coloque fatias de pão-de-forma untadas com maionese, de modo a cobrir todo o fundo do pirex (a face do pão que foi untada com a maionese deve ficar voltada para cima). Coloque, sobre cada fatia de pão, o espinafre refogado, e sobre este, o queijo minas em fatias. Feche tudo com uma camada de pão-de-forma untada com maionese (desta vez, a face untada deve ficar voltada para baixo). Por fim, despeje sobre a camada de pão o restante dos ovos batidos, espalhando bem. Leve ao forno até os ovos batidos ficarem dourados. Servir quente.
Obs.: 1) esta receita é proibida para quem tem colestorol alto, mas há uma versão light dela: é só eliminar as gemas dos ovos, reduzir o sal e usar maionese e margarina light!
2) se preferir, pode substituir o queijo minas por ricota.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Risoto de camarão
1 kg de camarões cinza limpos (sem cabeças e sem caudas)
suco de 1 limão
1colher (chá) de páprica doce
1 colher (chá) de ervas secas
1 colher (sopa) de molho shoyu
azeite de oliva o quanto baste
1 dente de alho amassado
1 prato de pimentão, tomate (sem peles e sementes) e cebola picados
1 prato de cheiro verde picado (salsa, cebolinha ou coentro, ou os 3 juntos)
molho de tomate pronto o quanto baste
1 vidro de 500 ml de leite de coco
3 xícaras de água
sal a gosto
1 colher (café) de açúcar
3 xícaras de arroz branco
azeite o quanto baste 1 dente de alho amassado
folhinhas de manjericão (opcional)
fatias de muzzarela (opcional)
Tempere os camarões já limpos com o suco de limão, a páprica, o molho shoyu e as ervas secas. Reserve. Em uma frigideira grande e com tampa, coloque azeite de oliva e refogue o pimentão, o tomate e a cebola picados e o alho amassado. Acrescente os camarões já temperados. Refogar por cerca de cinco a seis minutos. Coloque o molho de tomate de sua preferência, mexendo até misturá-lo bem aos camarões. Juntar o leite de coco e o cheiro verde picado. Acrescente 3 copos de água,* coloque o açúcar, mexa e deixe cozinhar em fogo baixo (com a frigideira tampada) por uns 5 minutos ou até ferver. Enquanto isso, aqueça em uma panela alta um pouco de azeite e 1 dente de alho amassado. Refogue aí o arroz durante alguns minutos, até ficar dourado. Despeje o molho com os camarões dentro da panela do arroz já refogado, mexendo até misturar tudo muito bem. Corrija o sal. Se necessário, acrescentar mais um pouco de água.* Cozinhar em fogo brando até o molho secar, tomando cuidado para que não fique muito seco. Se quiser, pode acrescentar folhinhas de manjericão enquanto o molho seca e também cobrir tudo com fatias de muzzarela. Servir essa delícia bem rápido, ainda quente.
(Não esquecer de servir uma saladinha verde para acompanhar. Bebida pode ser qualquer uma, vale até coca-cola)
* Pode-se substituir a água por um caldo feito com as cabeças e as caudas que foram retiradas dos camarões. Depois de temperadas com suco de limão e sal, elas devem ser refogadas em um pouco de azeite, com cebola e tomate picados, e fervidas em 1 litro de água durante uns 5 min. Para utilizar na receita, é só coar. Este caldo também pode ser substituído por 1 latinha de atum ralado em molho de tomate diluído em 1 copo de água. Também fica uma delícia, com a vantagem de não dar trabalho nenhum.
Tomar cuidado para não ficar salgado, É sempre bom colocar sal para menos, nunca para mais.
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